BACIA DO RIO ITACAIÚNAS
A bacia do rio Itacaiúnas é considerada um microcosmo da Amazônia nas ameaças e também na capacidade de resiliência. Entenda, em quatro histórias interativas, o histórico e os impactos da exploração de recursos naturais na região e ainda mergulhe no universo das abelhas e morcegos que vivem ali. A bacia é ricamente estudada pelo Instituto Tecnológico Vale (ITV), universidades federais, além de agências federais de fomento, como CNPq e CAPES. Entender essas descobertas é essencial para criar estratégias de proteção para o maior bioma brasileiro.

Entenda como conhecer a bacia do rio Itacaiúnas pode ajudar a conservar toda a Amazônia
Assim como o restante da bacia Amazônica, a região sofre as pressões do desmatamento e da crise climática, mas com uma diferença: há vasta pesquisa científica disponível. Estudos apontam, por exemplo, para o aumento dos períodos de seca e também da temperatura média.
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Menos floresta, mais calor: desmatamento muda clima em Carajás
A bacia hidrográfica perdeu quase metade da vegetação nativa em quatro décadas — uma mudança que aumentou as temperaturas e alterou o regime de chuvas. Pesquisadores defendem a restauração de áreas estratégicas como caminho para a adaptação e a resiliência.
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Abelhas nativas aumentam a produção do açaí e outros frutos icônicos da Amazônia
Pesquisas do Instituto Tecnológico Vale (ITV) e instituições parceiras – como CNPq, CAPES e Embrapa – avaliam a influência desses insetos na produção agrícola, suas principais ameaças e a importância das atividades de criação e manejo das abelhas nativas. Os estudos feitos na bacia do rio Itacaiúnas podem indicar caminhos para proteger esses insetos em diversos territórios.
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Amazônia subterrânea: cientistas desvendam como morcegos sustentam ecossistemas em Carajás
Pesquisas do Instituto Tecnológico Vale (ITV) revelam o papel essencial desses mamíferos alados na conexão entre floresta e cavernas em uma região singular, onde a riqueza mineral convive com uma extraordinária biodiversidade subterrânea. Morcegos são vitais para a polinização, a dispersão de sementes, o controle de pragas e a sobrevivência de outras espécies.
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